1 ANO APÓS TEMPORAL QUE DEVASTOU CORREIA DE ALMEIDA

Um ano se passou, depois que um temporal devastou o distrito de Correia de Almeida, município de Barbacena. A chuva que começou forte  na noite do dia 27/01 de 2016,  varou pela madrugada afora, e quando o dia amanheceu, os moradores contabilizavam os prejuízos.

Eu estive visitando diversas ruas do distrito e conheci de perto o sofrimento e a dor de dezenas de famílias que sofreram com a força das águas do rio que corta a região, que transbordou levando lama e destruição ao moradores. Teve famílias que perderam tudo ou quase tudo; móveis, televisores roupas e alimentos. Em alguns pontos, a altura da água passou de 1,60 metros, comprometendo inclusive, o abastecimento de água na região devido a água ter invadido todo o reservatório e a casa de máquinas que bombeia a água do rio para o reservatório. Várias pontes de acessos as localidades rurais  no entorno de Correia de  Almeida, foram interditadas por ter a sua estrutura comprometida trazendo risco de desabar, e outras foram levadas pela força da correnteza.

Na área urbana do distrito, ainda ficou os vestígios desta tragédia, basta andar por algumas ruas e olhar e perceber nas paredes  de determinadas  residência  a marca do nível em que a chuva chegou naquele período. Uma  ponte que fica do outro lado da rodovia que corta o distrito, ainda não teve a sua estrutura consertada, mantendo riscos eminentes de acidentes.

Aos moradores afetados por esta devastação, sobrou a esperança do recomeço. De acordo com 5º Distrito do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), naquele ano, o total de chuva entre quarta (27) e quinta-feira(28),  foi de 79 milímetros, sendo que 70,9 milímetros foram contabilizados apenas na madrugada da quinta feira, e mesmo com a gravidade e intensidade do temporal que causou a  destruição no distrito de Correia de Almeida, não foi registrado acidentes com vítima fatal, a maioria colecionou apenas prejuízos materiais.

Reveja na galeria de imagens, um resumo do que registrei naquele dia, durante a minha visita de apoio e de solidariedade aos moradores locais.