“Inteligência Artificial no Poder Judiciário” foi tema da palestra proferida pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Afrânio Vilela, durante o Encontro de Núcleo Regional da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef) de São João del-Rei, nesta segunda-feira (28/7). No evento, realizado no Salão do Tribunal do Júri do Fórum Carvalho Mourão, também estiveram em debate a judicialização da saúde e a gestão da unidade judiciária e da produtividade.
O encontro reuniu magistrados, servidores, colaboradores e estagiários do Judiciário mineiro, além de outros interessados nas temáticas em discussão. Durante a ação educacional, o ministro Afrânio Vilela foi homenageado, em reconhecimento ao tempo em que atuou como juiz na Comarca de Rezende Costa, no período de 22/5/1990 a 31/7/1992, quando também cooperou com a Comarca de São João del-Rei.
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“Hoje, pela manhã, foi uma data bastante festiva na minha história, principalmente na magistratura. Participei do evento da Escola Judicial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, conversando com juízes, servidores e advogados sediados na região do Campo das Vertentes, em São João del-Rei, sobre Inteligência Artificial.
Falei, principalmente, sobre a que se apresenta como ‘Super IA’, que vai transformar o ambiente tecnológico que temos e que, ao mesmo tempo, nos levará a um futuro bastante promissor, em termos de Medicina, de realização de obras de Engenharia, mas, principalmente, dentro do Direito. Ela deverá nos fortalecer enquanto ferramenta de pesquisa, de junção, de tratamento de dados e do uso desses dados a bem do Judiciário”, afirmou o ministro Afrânio Vilela.
Segundo ele, também é preciso se preocupar, “porque é uma tecnologia nova e, por isso, devemos conhecê-la profundamente”.
“Conhecendo-a, evidentemente, nós continuaremos a dominar a tecnologia, ainda que seja essa formada a partir de alto grau de concentração de conhecimento, que é reconhecida hoje como a ‘Super IA’. Também repassei aos juízes mineiros as novidades da Inteligência Artificial que utilizamos no Superior Tribunal de Justiça, bem como as que estamos trabalhando para, no futuro, utilizar em prol da celeridade, da efetividade e, principalmente, da segurança jurídica e da prestação jurisdicional. Ainda mais em um Tribunal formador de precedentes, como é o caso do Superior Tribunal de Justiça”, disse.

Com informações: Divulgação.
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