Nova estrutura de suporte aéreo de saúde foi instalada no Aeroporto da Serrinha e deve contar com uma equipe de 17 militares e 15 profissionais de saúde. Serviço será usado para urgências, como transferências de pacientes em estado crítico e transporte de órgãos.
Uma nova estrutura de suporte aéreo de saúde para o atendimento de 198 cidades e 3 milhões de pessoas em Minas Gerais foi instalada no Aeroporto Francisco Álvares de Assis (Serrinha), em Juiz de Fora nessa terça-feira (15). A expectativa é que 17 militares e 15 profissionais de saúde componham a nova equipe.
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O espaço consiste em um hangar com helicóptero para atendimento aeromédico com o objetivo de otimizar o tempo de resposta às situações de urgência na Zona da Mata e em parte do Campo das Vertentes, como informa a assessoria do Samu.
A intenção é que o helicóptero seja usado em casos que o tempo é decisivo no cuidado médico, como a transferências de pacientes em estado crítico e transporte de órgãos. A regulação médica será responsável por definir se os atendimentos serão realizados pelo suporte aéreo ou por terra.
A iniciativa é um esforço conjunto entre a Prefeitura de Juiz de Fora, que cedeu o terreno para o hangar, o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, que elaborou o projeto da obra e o Consórcio Intermunicipal de Saúde para Gerenciamento da Rede de Urgência e Emergência da Macro Sudeste (CISDESTE) que coordenou as licitações, a execução e o acompanhamento das obras.
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O investimento financeiro de R$ 4 milhões foi feito coletivamente por todos os municípios que integram o CISDESTE, sediado em Juiz de Fora, e o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência Centro SUL (CISRU), sediado em Barbacena. Cada cidade contribuiu com R$ 1,53 por habitante.
Já o helicóptero foi adquirido pelo Governo de Minas. O Ministério Público fortaleceu a parceria entre as instituições.
A data prevista para início das atividades no hangar ainda não foi definida. Segundo o Samu, as equipes devem passar por um novo treinamento nos próximos dias.
“A nova estrutura permitirá o deslocamento mais rápido das equipes de saúde e dos pacientes, reduzindo o tempo de resposta e agilizando a chegada às unidades hospitalares de referência. A expectativa é ampliar as possibilidades de sobrevivência, diminuir o risco de sequelas e fortalecer toda a rede regional de urgência e emergência”, informou em nota.

Com informações: G1 Zona da Mata.
































