Uma operação desencadeada pela Polícia Militar em Congonhas, nesta quarta-feira (05/08), resultou em grande apreensão de drogas, arma de fogo e veículos, e nas prisões de um homem e da mãe do investigado. Ação policial integrada de combate à criminalidade foi desencadeada por militares do 3º Pelotão de Polícia Militar de Meio Ambiente que cumpriram mandado de busca e apreensão expedido pela Comarca de Congonhas, no âmbito de investigação relacionada ao tráfico ilícito de drogas.
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Durante as diligências, os militares realizaram buscas minuciosas na residência do investigado, de 27 anos, em um segundo imóvel por ele utilizado e nos veículos vinculados à investigação. A atuação policial permitiu a localização de compartimentos ocultos preparados para esconder entorpecentes, evidenciando a estrutura empregada na atividade criminosa.
A operação resultou na apreensão de expressiva quantidade de maconha, skank, cocaína, ecstasy, loló e lança-perfume, além de balanças de precisão, rádios comunicadores, materiais utilizados no preparo, fracionamento e embalagem de drogas, dinheiro em espécie, um simulacro de arma de fogo e um revólver calibre .32. Diante dos elementos constatados, o suspeito recebeu voz de prisão em flagrante pelos crimes de tráfico ilícito de drogas e porte ilegal de arma de fogo, sendo conduzido à Delegacia de Polícia Civil juntamente com todo o material arrecadado. As diligências também culminaram na apreensão de dois veículos utilizados para ocultação e transporte dos entorpecentes.
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Na continuidade da operação, durante vistoria em uma motocicleta Honda/CG 150 Titan registrada em nome da genitora do investigado, mulher de 47 anos, foram identificados indícios de adulteração do sinal identificador do conjunto motriz, com instalação de motor incompatível e suspeita de remarcação da numeração. Diante da constatação, a proprietária recebeu voz de prisão em flagrante, sendo a motocicleta apreendida e encaminhada para exames periciais.
Ainda durante a fiscalização, os militares localizaram um exemplar da fauna silvestre brasileira, popularmente conhecido como maritaca, mantido irregularmente em cativeiro. Em razão da infração ambiental, a responsável foi autuada administrativamente em R$ 19.975,15 e responderá criminalmente pelo delito ambiental.

Com informações: PM Meio Ambiente.
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