Formação anual da Catequese amplia o estudo da Bíblia em Barbacena

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A Coordenação Regional da Dimensão Bíblico Catequética promoveu em Barbacena a formação anual em celebração ao Mês da Bíblia. Participaram do encontro 31 coordenadores paroquiais de catequese, que ocorreu no Centro Regional de Pastoral, no dia 20/09, e assessorado pela Irmã Cleide Keiko Serikava, diretora do Colégio Passionista, pertencente a Paróquia Nossa Senhora da Penha, em Barbacena.

Embora o tema oficial para o ano de 2025 seja a Carta aos Romanos (“A esperança não decepciona”, Rm 5,5), a Coordenação decidiu ir além do material já amplamente disponibilizado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A proposta foi ampliar o estudo para o uso prático da Bíblia nas diversas etapas da Catequese.

Contudo, enfatizou-se sobre o uso da Bíblia nas várias etapas da Catequese, além da importância de se usá-la com o cuidado de se identificar o estudo em cada etapa da catequese.

A reflexão atende a uma demanda levantada pelos próprios catequistas por um conhecimento mais vasto dos livros bíblicos, conforme destacou a Coordenadora Regional, Marlene Bueno Brandão.

“Sentimos a necessidade de todo mês de setembro fazer essas formações a respeito da Bíblia, base para nossa catequese, que é o nosso primeiro material de trabalho de todas as etapas”, destacou.

A coordenadora enfatiza ainda a importância de que estes líderes paroquiais repassem o aprendizado para os catequistas em suas comunidades.

A Irmã Cleide Serikava ressaltou a importância de adequar a forma de trabalhar o texto sagrado. Para ela, “há uma linguagem voltada para a crianças, outra para adolescentes e outra para adultos. E há necessidade de se aprender a trabalhar os livros sem nunca os deixar de lado. A Bíblia deve ser a base para toda catequese” e representa o “contato com Jesus”, ressaltou.

A formação foi bem recebida pelos participantes. Juliana Raso, coordenadora da Catequese da Paróquia São José Operário, em Barbacena, classificou o encontro como uma “verdadeira experiência espiritual”.

Segundo Juliana, a Irmã Cleide “mostrou a importância de não instrumentalizar a Palavra de Deus, mas de vivê-la.” Ela sintetizou o seguinte aprendizado na reflexão: “Como Jesus faria?”.

Para a religiosa, é fundamental que a experiência com Cristo e o amor prevaleçam em cada encontro, mesmo que a doutrina seja essencial.

“No meu entendimento, quando aprendemos a amar, a doutrina se encaixa naturalmente como consequência. É claro que, como catequistas, vamos orientando as crianças e adolescentes em cada etapa, sempre colocando em primeiro lugar a experiência com Cristo, que transforma e dá sentido a todo o caminho de fé”, concluiu Juliana.

Com informações: Pacom Mariana Sul.

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