Está sendo velado em Barbacena, desde às 7h desta quarta-feira (04/03), o corpo do garotinho Josué Santiago Protásio, de 9 anos, que morreu após suposto envenenamento em Conselheiro Lafaiete, na região Central do estado.
A tragédia, que abalou o município e cidades da região, foi registrada na madrugada de terça-feira (03/03), na residência onde Josué morava, juntamente com a mãe, 50 anos, e a irmã, 14 anos, no bairro Santo Agostinho.
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De acordo com a Polícia Militar, a mãe recebeu voz de prisão em flagrante por suspeita de oferecer a bebida ao filho, supostamente envenenada. Devido a seu estado de saúde, não foi conduzida à delegacia, permanecendo em internação hospitalar. A irmã de Josué também foi quem acionou a PM.
Ainda segundo à PM, quando o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) a criança estava em parada cardiorrespiratória e não resistiu às manobras de reanimação e teve o óbito constatado pela equipe médica. Já a mãe, apresentava quadro compatível com possível intoxicação e foi encaminhada ao hospital, onde permaneceu internada.
O corpo de Josué Santiago Protásio foi velado em Conselheiro Lafaiete até às 21h de ontem (03/03), e, logo em seguida, foi transladado para Barbacena onde o velório está acontecendo desde às 7h de hoje (04/03), no Memorial do Grupo Zelo no bairro Boa Morte. O sepultamento está marcado para às 12h desta quarta-feira (04/03), no Cemitério Santo Antônio, em Barbacena.
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Em comunicado enviado à imprensa, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que foram realizados os primeiros levantamentos no local pela perícia oficial, com a coleta de materiais e vestígios que serão submetidos a exames laboratoriais. As cartas encontradas na residência, bem como amostras de alimentos e demais elementos de interesse investigativo, foram arrecadados e encaminhados para análise técnica. Paralelamente, estão sendo realizadas oitivas de testemunhas e demais pessoas que possam contribuir para o esclarecimento do caso.
A Polícia Civil também aguarda a conclusão dos laudos periciais e do exame necroscópico, que subsidiarão a definição precisa das circunstâncias e eventuais responsabilidades criminais. A autoridade policial responsável já está lavrando Auto de Prisão em Flagrante Delito (APFD) em desfavor da investigada.

Com informações: Por Redação.
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