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Cidades da Zona da Mata lideram incidência de chikungunya em MG

Santana do Deserto e Pirapetinga são as maiores incidências. Confira também como está a situação da dengue nas cidades da Zona da Mata e Vertentes.

Santana do Deserto e Pirapetinga, na Zona da Mata, lideram o ranking da incidência muito alta de febre chikungunya. Além disso, outras duas cidades da região registraram dois novos casos prováveis de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti: um de febre chikungunya em Barão do Monte Alto e o único caso novo de zika nesta semana, em Visconde do Rio Branco.

Os dados constam no boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), divulgado nesta terça-feira (16). A secretaria considera como casos prováveis a soma entre suspeitos e confirmados.

Sobre dengue, pela segunda semana, permanece o número de mortes na região: 10 casos em Juiz de Fora e um em Guarani, divulgados no boletim de 2 de julho. No Estado, 126 óbitos estão em investigação. Até o momento, o Minas registrou 447.920 casos prováveis de dengue.

Minas está em situação de alerta referente às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

Chikungunya

Minas Gerais registrou 2.637 casos prováveis da doença em 2019 e uma morte em Patos de Minas. Um dos quatro novos casos nesta semana foi em Barão do Monte Alto.

Conforme o Boletim desta semana, cinco das dez cidades com maiores incidências no estado estão na Zona da Mata. As maiores de Minas são em Santana do Deserto (2115,34) e em Pirapetinga (1155,53), ambas classificadas como muito alta. E Itamarati de Minas, Recreio e Tombos apresentam incidência média.

Em 2019, na Zona da Mata e na Vertentes houve registro da doença em: Além Paraíba (12), Antônio Prado de Minas (1), Astolfo Dutra (3), Barão do Monte Alto (2), Barbacena (8), Barroso (8), Belmiro Braga (1), Bicas (1), Bocaina de Minas (1), Brás Pires (1), Carangola (4), Cataguases (21), Chiador (1), Divino (3), Dona Euzébia (2), Dores de Campos (8), Espera Feliz (3), Eugenópolis (2), Guarará (1), Itamarati de Minas (6), Juiz de Fora (223), Laranjal (3), Leopoldina (27), Lima Duarte (2), Miradouro (1), Miraí (4), Muriaé (15), Patrocínio do Muriaé (2), Pedro Teixeira (1), Piau (3), Pirapetinga (124), Piraúba (4), Presidente Bernardes (1), Recreio (18), Rio Novo (2), Rodeiro (3), Santana de Cataguases (2), Santana do Deserto (84), Santo Antônio do Aventureiro (2), São Francisco do Glória (1), São João del Rei (18), São João Nepomuceno (6), Tocantins (5), Tombos (10), Ubá (43), Viçosa (6), Visconde do Rio Branco (5) e Volta Grande (2).

Incidências:

muito alta: Pirapetinga, Santana do Deserto;

média: Itamarati de Minas, Recreio, Tombos;

baixa: Além Paraíba, Antônio Prado de Minas, Astolfo Dutra, Barão do Monte Alto, Barbacena, Barroso, Belmiro Braga, Bicas, Bocaina de Minas, Brás Pires, Carangola, Cataguases, Chiador, Divino, Dona Euzébia, Dores de Campos, Espera Feliz, Eugenópolis, Guarará, Juiz de Fora, Laranjal, Leopoldina, Lima Duarte, Miradouro, Miraí, Muriaé, Patrocínio do Muriaé, Pedro Teixeira, Piraúba, Presidente Bernardes, Rio Novo, Rodeiro, Santo Antônio do Aventureiro, Santana de Cataguases, São João del Rei, São João Nepomuceno, Tocantins, Ubá, Viçosa, Visconde do Rio Branco, Volta Grande.

Zika

Em Minas, foram registrados 1.017 casos prováveis da doença em 2019. Houve um caso novo nesta semana em Visconde do Rio Branco, que chegou a cinco no ano.

Cataguases (1), Coronel Pacheco (1), Juiz de Fora (17), Muriaé (2), Rio Pomba (1), Rodeiro (4), São João del Rei (3) e Ubá (9) também tiveram registros de zika neste ano. De acordo com o Estado, nestes municípios, a incidência é baixa.

Dengue

São 12 novos casos prováveis de dengue registrados na última semana em 7 municípios diferentes na Zona da Mata: Astolfo Dutra (2), Barão de Monte Alto (1), Muriaé (1), Olaria (2), Tocantins (2), Ubá (3), Visconde do Rio Branco (1).

Incidência

Em relação à incidência, São João Nepomuceno segue no primeiro lugar na região com índice de 7.083,59.

A estratificação dos valores utilizados pela SES-MG contribui para avaliação, planejamento e orientação das medidas de controle vetorial e ações de vigilância em saúde.

incidência baixa: menos de 100 casos prováveis por 100.000 habitantes;

incidência média: 100 a 299 casos prováveis por 100.000 habitantes;

incidência alta: de 300 a 499 casos prováveis por 100.000 habitantes;

incidência muito alta: mais de 500 casos prováveis por 100.000 habitantes.

De acordo com o boletim do Estado, a taxa de incidência estima risco de ocorrência da dengue em uma determinada população em intervalo de tempo também determinado e a população exposta ao risco de adquirir a doença.

Confira no quadro abaixo a situação detalhada das cidades da Zona da Mata, Vertentes e três do Sul de Minas, conforme os dados atualizados desta semana:

Fonte: G1 Zona da Mata-TV Integração.

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