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Atletas do Alto Paraopeba participam da 2ª Corrida Ecológica de Congonhas 

Nem chuva, nem sol escaldante, os participantes da 2ª Corrida Ecológica de Congonhas foram brindados com o tempo nublado e uma brisa fresca durante o percurso de 10 km que teve largada e chegada no Parque Ecológico da Cachoeira, passando pelo bairro Campinho. O policial civil, Ederson Barboza dos Santos, da equipe ACORLAF, de Conselheiro Lafaiete, foi o primeiro colocado geral, com o tempo de 38 minutos e 42 segundos. A belga Ilse Huygen, erradicada em Conselheiro Lafaiete há 13 anos, venceu a prova feminina em 55 minutos e 5 segundos, registrado pela CronoChip.

O evento foi realizado pelo professor de educação física, Paulo Roberto do Vale, com apoio da Prefeitura de Congonhas, por meio das secretaria Municipal de Esporte e Lazer, Gestão Urbana (Guarda Municipal/Diretoria de Trânsito), Saúde, Secom, da Fumcult, além da Polícia Militar e outros voluntários.

Campeão geral, Ederson Barbosa dos Santos havia alcançado o 6° lugar geral na primeira edição, disputada em 2017, e considera esporte e natureza totalmente compatíveis. “Considero importante a realização de competições temáticas como esta, desperta aquelas pessoas que não disputam competições para que comecem a participar delas. Este lugar aqui também é muito bonito, em meio à natureza, isso só atrai coisa boa. Em mesmo comecei a correr para passar em um concurso público há 4 anos e virei atleta”, lembrou.

Segundo o corredor, a temperatura amena da manhã deste domingo facilitou o cumprimento do trajeto de 10 km. “O percurso plano, no meio das árvores, facilitou. Saí rápido, no KM 5 dois adversários começaram a chegar, depois até o KM 10 nos mantivemos à frente. Na reta final, dei um sprint e cheguei 1 segundo na frente do segundo colocado”, relatou.

A belga Ilse Huygen, erradicada em Conselheiro Lafaiete há 13 anos, venceu a prova feminina  em 55 minutos e 5 segundos. “Corro desde os 10 anos, meu pai era um ótimo corredor que nos levava com ele. Gosto de correr em Congonhas, aqui é muito gostoso. Nesta corrida estou estreando. O clima está ótimo, o percurso também é muito legal, tem só um morrinho, não teve carro para atrapalhar, ambiente muito bom, adorei”, comentou.

Em um período de polêmica envolvendo Brasil e outros países sobre o cuidado com o meio ambiente, a belga afirma: “Já havia vindo ao parque para aproveitar a cachoeira. A natureza aqui é exuberante. É isso mesmo, temos de valorizar o meio ambiente. Mas, em comparação com o meu país, ainda há muito o se que fazer no Brasil nesta área. Bom que estão surgindo mais e mais iniciativas para cuidar do meio ambiente, eu apoio essas coisas”.

Um dos destaques da Corrida Ecológica de Congonhas foi o último colocado. Comerciantes há 57 anos, Mozar Nunes Ferreira, de 84 anos, natural de Guanhães e morador de Ouro Branco, era sedentário, mas passou a correr há dez anos. “O médico me alertou para a necessidade de melhorar o preparo físico. Antes eu era sedentário. O resultado desta atividade física para minha saúde foi ótimo”, testemunhou.

O idealizador e um dos organizadores da prova, o professor de Educação Física, Paulo do Vale, gostou do evento e promete ainda mais atletas inscritos para 2020. “Este ano, a corrida da Garoto, em Vitória, concorreu com a nossa. Ano que vem, vamos duplicar o número de participantes. Este ano vieram corredores de Sete Lagoas e Belo Horizonte, além dos da região. No ano que vem vamos atrair de outras cidades também”.

A novidade desta edição foi o local de início e fim da prova. “Meu sonho era fazer a largada e a chegada de dentro do Parque da Cachoeira. Agradeço à Fumcult e à Secretaria de Esporte e Lazer, que nos proporcionaram isso, porque o parque é maravilhoso. Afinal, o nome da prova é Corrida Ecológica. Temos nossas matas, rios, pássaros e outros animais nesta imensa área do balneário, da unidade de conservação e da estrada. Nosso objetivo mostrar toda esta beleza, que nos proporciona qualidade de vida. Agradeço ao prefeito Zelinho e sua equipe, à Polícia Militar, ao parceiro Tony, que colabora com a organização, aos meus alunos da APAE que atuaram no ponto de apoio, aos atletas, à minha família e a deles também”, considerou.

Fonte: Prefeitura de Congonhas.

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